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Vamos falar de eleições? Melhor, vamos falar do dia normal que foi?

Multiethnic group of thinking people with question mark looking up

Atingimos a taxa mais elevada de abstenção de sempre. O normal. Fala-se da vitória do PS, como um novo mapa cor-de-rosa, mas o grande vencedor destas eleições foi o chico esperto que aproveitou o sol para ir à praia.

A verdade é que os 68% dos eleitores que assobiaram para o lado, não foram votar porque não quiseram, porque não conhecem e porque estão fartos de politiquices que os tornam descrentes neste país à beira-mar plantado, com políticos corruptos e mentirosos.

Votar em portugueses para representar o país e as políticas no Parlamento Europeu? O quê? Mas estas eleições eram para isso?

Os portugueses não sabiam sequer que as eleições serviam para eleger os membros do Parlamento Europeu, aliás nem sabiam que isso era possível. E porquê? Os eleitores não os conhecem, nem sabem o que fazem esses representantes lá fora. (Uma espécie de Erasmus e vida louca, com swing e parentes do Carlos César à mistura?)

E não sabem porque muitos dos eurodeputados não prestam contas, não conseguem comunicar de forma eficaz (e credível, porque já custa a acreditar) as questões fundamentais que são decididas em Bruxelas.

E muitos dos que foram às urnas nem conhecem as propostas ou ideologias que os deputados querem apresentar à Europa. Não estão nem aí. Até porque certamente muitos quiseram fazer disto umas legislativas antecipadas, com a geringonça a ganhar força e o PAN a querer aparecer.

“As esquerdas unidas” venceram a luta na guerra dos professores e saíram por cima do PSD e CDS que pareceram uns troca tintas. Foi isso que decidiu e desequilibrou.

A verdade é que já se prevê o vencedor das legislativas e Costa está feliz e contente.

Oh Rui, o melhor é rir para não chorar. E para outubro há mais.

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Publicado por Margarida

Gosto de opinar sobre os mais diversos assuntos da atualidade. Este será o espaço onde darei o meu ponto de vista sobre o comportamento da sociedade.

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