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Onde pára o amor?

Falamos de tudo. Opinamos até sobre o que não sabemos, mas deixamos de parte, consciente ou inconscientemente, os assuntos do coração. O tal do amor, aquele que move montanhas. Restaura continentes. Opera curas milagrosas, ou colocas maleitas que nenhum medicamento ou sessão resolve.

Sem amor não temos, nem somos, importantes o bastante para nos importarmos com os outros. Sem amor não vivemos a vida em pleno e não saboreamos, convenientemente, os triunfos. Sem amor somos mais frágeis, apenas um entre tantos que não nos conseguem ver, ou que nos ignoram. Sem amor não temos brilho próprio e tememos até a sombra…

Onde pára o amor? Aquele que não cobra. O que chega quando e por que deve, mas que sabe como ficar. Onde pára o amor que resiste às intempéries do coração, não se refugiando nos erros que escolheu ignorar, ou que falhou ver. Onde pára o amor incondicional? O que todos desejamos, mas não parecemos grandes o bastante para encontrar. Onde pára o amor que nos tornaria mais felizes, de olhar brilhante e sorriso em riste?

Porque resistimos afinal ao amor, até quando se nos entra alma dentro?

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