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Iniciativa: Vamos plantar uma árvore

VAMOS PLANTAR UMA ÁRVORE EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS E EM DESAGRAVO DA NATUREZA!

Proposta de iniciativa

Esta é a hora da tristeza, da reflexão e do silêncio. A catástrofe de Pedrógão Grande poderá unir-nos, na solidariedade com a natureza, com as famílias e com os mortos; uma solidariedade integral pode despertar em nós energias reforçadas que também nos leve a plantar árvores por todo o país em desagravo pela natureza e como oração pelas pessoas vítimas do incêndio.

Todos nós temos uma lágrima a derramar devido à maneira como temos tratado a natureza! Choremos e enterremos os mortos! Como povo, para que as nossas lágrimas não caiam em terra seca, esta seria a hora de todos plantamos árvores por todo o país! Esta seria uma forma concreta de reparação nacional e uma maneira de nos acordar para a gravidade da natureza ofendida! Quando ela sofre, sofremos todos; ela é a nossa casa e também nossa mãe e irmã! Vamos plantar uma árvore!

UMA PROPOSTA PARA O CONCELHO ATINGIDO

No concelho atingido pela catástrofe, a Câmara municipal poderia elaborar num lugar determinado, um monumento constituído por 64 árvores plantadas (lembrança dos mortos) e ao lado de cada árvore uma pedra como símbolo de algo que permanece (Árvores tradicionalmente bem portuguesas são o sobreiro, a oliveira (símbolo da paz) e o pinheiro).

António da Cunha Duarte Justo

(Presidente da ARCÁDIA – Associação de Arte e Cultura em Diálogo)

Autoria da pintura: Carola Justo

CONCRETIZANDO:

A iniciativa poderia constar em plantar uma árvore não resinosa, por exemplo: Caravalho, Sobreiro, Castanheiro, cerejeira, amendoeira, oliveira, com uma pedra ao lado da árvore e a data 2017 e o número 64  gravados na pedra (referência aos mortos) ou uma árvore com 64 pedras talvez  em espiral.

Nas zonas do incêndio onde houve mortos as autoridades poderiam declarar um terreno monumento com 64 árvores e ao lado de cada uma uma pedra grande, como já referi!

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Publicado por António da Cunha Duarte Justo

Natural de Arouca, formado em Filosofia, Teologia, e Ciências da Educacao, casado com a pintora Carola Justo, 4 filhos, jornalista, (activi.profis. sindicalistas e políticas, cf. http://antonio-justo.eu). Autor e ex-chefe redator da revista Gemeinsam, publicou o livro de poesias “Nas pegadas da Poesia” na OxaláEditora, colaborador de várias revistas e jornais, é presidente da Associação Arcádia.

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