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Guterres e a solidariedade com muçulmanos – dois pesos e duas medidas

Embora o gesto de Guterres de ter ido à mesquita de Nova Iorque mostrar solidariedade com muçulmanos na sexta-feira passada e tal gesto ser muito louvável, certamente não o faria nem faz quando muçulmanos atacam cristãos orantes em igrejas cristãs.”A santidade de todos os locais de oração e a segurança de todos os fiéis” que Guterres justamente apregoa não merece a sua presença quando se trata de ataques a Igrejas cristãs. Isto por mais que muçulmanos ataquem templos cristãos como foi o caso dos ataques a Igrejas no Egipto, África e até em França!

Também não se veem autoridades muçulmanas suprarregionais manifestarem a sua solidariedade com os cristãos nem tão-pouco políticos em geral (estes, quando muito dirigem-se às famílias dos assassinados). Dá a impressão que fogem do cristianismo como o diabo da cruz.

Guterres não vai mostrar solidariedade com os cristãos em tais casos, certamente porque isso não faz parte da agenda da ONU. Além do mais a ONU parece ter um pouco de inveja de não se ter tornado ainda, a nível universal, uma espécie de “instituição católica”, a sua rival intestina!

O católico Guterres compromete-se unilateralmente com o islão como é próprio em geral da esquerda, o que faz surgir um natural sentimento de imparcialidade, injustiça e desonestidade, a quem está atento ao que acontece a nível mundial.

António da Cunha Duarte Justo in Pegadas do tempo

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Publicado por António da Cunha Duarte Justo

Natural de Arouca, formado em Filosofia, Teologia, e Ciências da Educacao, casado com a pintora Carola Justo, 4 filhos, jornalista, (activi.profis. sindicalistas e políticas, cf. http://antonio-justo.eu). Autor e ex-chefe redator da revista Gemeinsam, publicou o livro de poesias “Nas pegadas da Poesia” na OxaláEditora, colaborador de várias revistas e jornais, é presidente da Associação Arcádia.

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